19 dezembro 2015

Estudo diz que estudantes são mais felizes com sua experiência da Irlanda do que em outros lugares na Europa

A plataforma online StudyPortals publicou um estudo e revela que, dentre os alunos universitários internacionais estudando na Europa os mais satisfeitos com sua experiência estão na Irlanda. O portal se baseou em mais de 17.000 análises sobre experiências estudantis.
Ao contrário da Irlanda que tem a comunidade de estudantes internacionais mais feliz da Europa, a França ocupa o último lugar entre 18 países, atingindo um índice de satisfação de 8.23 devido a reclamações dos serviços estudantis deficitários nas universidades, além do excesso de burocracia.
As universidades irlandesas foram apreciadas por seus programas inovadores, estruturas de apoio para os alunos, atmosfera comunitária, mix cultural e a vida ativa dos estudantes.
No Reino Unido, os estudantes elogiaram os professores, a qualidade do ensino e reconhecimento internacional do seu diploma, porém as reclamações incluíram o alto custo de vida, baixa qualidade dos alojamentos e o clima inglês - sempre imprevisível!



Entre as universidades irlandesas a Maynooth Universidade da Irlanda ganhou o prêmio top de satisfação do estudante internacional.



Apesar de uma pequena queda em relação ao ano passado, a satisfação do estudante internacional continuou a permanecer elevada na Europa, com 86% de estudantes felizes com a sua experiência de estudo no exterior, em comparação com 89% em 2014.

Essa repostagem foi publicada no site do Independent no dia 16 de setembro de 2015.

Fonte: Independent

01 dezembro 2015

Mudanças no visto já tem data prevista

Mudanças no visto já tem data prevista
Desde o início do ano muitos intercambistas estão apreensivos com as mudanças previstas na legislação para estudantes não europeus por não terem uma data definida. Segundo dados publicados no facebook pela Enjoy Intercâmbios, essa mudança está prevista para acontecer no dia 20 de janeiro de 2016. Até lá, fiquem tranquilos, pois ainda será possível conseguir o visto de 1 ano.
A agência recomenda ainda, que o melhor é chegar até o dia 08 de janeiro, para garantir que tudo dê certo!
Essa informação (até onde eu sei) ainda não foi divulgada oficialmente pelo órgão irlandês responsável, anunciando que a "lista provisória dos programas adequados para permitir que os alunos de migração - a lista provisória dos programas elegíveis (ILEP) será atualizada, incluindo uma lista de programas que atendam anos novos critérios e normas de qualidade para a aprendizagem de Inglês na Irlanda.
Lembramos que essas alterações entrarão em vigor para os alunos, que vêm pela primeira vez na Irlanda com um visto de estudante e para aqueles que terminaram o primeiro ano de estudo e decidiram prolongar seu curso para mais um ano.

Mas fica a dica para quem está planejando o intercâmbio para esse ou o próximo mês.
Você ainda não está por dentro das mudanças? Então clique aqui e aqui para saber mais.

28 outubro 2015

Porque trabalhar em subempregos?

Porque trabalhar em subempregos?
Na primeira vez quando decidi fazer o intercâmbio, a pergunta que eu mais ouvia era: "E tu vai trabalhar no que?" e essa continua sendo a pergunta que mais escuto quando digo que estou indo pela segunda vez. A reação das pessoas em relação à minha resposta continua a mesma além da cara de espanto acompanhada da pergunta "mas tu já é formada aqui no Brasil e vai trabalhar como babá? Vale a pena?". Não é nada incomum ouvir isso e aposto que muitos já ouviram a mesma pergunta e eu sempre respondo que sim, que vale a pena.
A primeira coisa que temos que entender é que, qualquer trabalho realizado na Irlanda e até em outros países da Europa você será valorizado e bem remunerado, diferente do que acontece aqui no Brasil. Você pode ser cleaner (faxineiro), garçom, camareira, entregador de jornal, au pair, nanny, kitchen porter ou ter qualquer outra função que você terá condições de se sustentar e ter uma qualidade de vida boa.
É muito difícil você vir pra cá e conseguir um emprego na sua área de atuação. Não digo que é impossível, mas é muito difícil, a não ser, claro, que você tenha um ótimo nível de inglês e já tenha sua graduação reconhecida aqui, o que se sabe que não é a realidade da maioria.
Na Irlanda, um estudante que trabalhe 20 horas semanais em um subemprego (faxineiro, porteiro, au pair) consegue, além de pagar o aluguel, alimentar-se bem, vestir-se bem (às vezes com produtos de marcas que você jamais compraria no Brasil), viajar para vários países (sem muito luxo), ter produtos eletrônicos de qualidade. Essa vantagem pode ser ainda maior para quem trabalha como au pair live in, ou seja, mora e se alimenta no local de trabalho e ainda, recebe salário.
Para ilustrar esse post, posso usar a minha história e a do Lu como exemplo. Quando chegamos em Dublin o nosso inglês não era tão bom, o que não nos permitia arrumar um emprego dos sonhos. Eu comecei trabalhando como cleaner, na casa de dois irlandeses,  o que me proporcionou o contato com o inglês, além de ganhar duas referências de emprego de brinde, o que me ajudou muito arrumar meu emprego de au pair, onde trabalhei e morei com a família por 8 meses, tendo uma evolução fantástica no inglês, muito contato com a cultura irlandesa, além de ter um salário muito bom. Já o Lu, começou  trabalhando em uma lavagem de carros de uns indianos, o que proporcionou a ele também um contato com o inglês, o que mais tarde o ajudou a conseguir emprego no hotel como housekeeping e kitchen porter. Era o empego dos nossos sonhos? Era melhor do que os empregos que tínhamos no Brasil? Não, com certeza não, mas foi graças a esses empregos que conseguimos realizar nosso sonho, pagamos aluguel, comemos muito bem, viajamos muito (visitamos 13 cidades diferentes) e conseguimos recuperar boa parte do nosso investimento inicial.
Para quem não conhece essa realidade é inevitável que nós brasileiros tenhamos uma visão de subempregos, pois no Brasil uma babá ou faxineira trabalha muito e recebe muito pouco, e para ter uma qualidade mínima de vida tem que trabalhar muito. aqui todo trabalho é valorizado e bem remunerado.
Quando se faz um intercâmbio, choques ou diferenças culturais são inevitáveis. Coisas que são normais para nós são estranhas aos olhos estrangeiros e vice-versa.
Então para quem está vindo para Irlanda, venha com a mente aberta, sem receio de ter que se submeter a um emprego, esqueçam esse tipo de pensamento e aproveitem o que o intercâmbio tem de melhor.
E então, você está preparado para aceitar a trabalhar em áreas inferiores da que você está acostumado?

15 outubro 2015

Porque fazer intercâmbio na Irlanda?

Você decidiu que vai fazer um intercâmbio e está em dúvida qual país escolher. Ai você se pergunta: - "Porque a Irlanda?".
Eu sei que sou suspeitíssima para falar sobre o porque escolher a Irlanda, pois viver nesse país, conhecer a cultura e as paisagens maravilhosas, além de ter tido contato com esse povo encantador foi uma das experiências mais incríveis da minha vida. Mas mesmo assim, listo abaixo alguns dos motivos que fazem a Irlanda um belo país de destino:
  • O inglês é uma das línguas oficiais da Irlanda e é a língua mais falada no país.
  • A Irlanda é tradicionalmente conhecida por sua qualidade em educação pelo seu compromisso com a excelência no ensino. Recebe alunos internacionais em diversas instituições como universidades, faculdades e escolas de língua inglesa. Atualmente, a Irlanda possui cerca de 40 instituições de nível superior que atendem a 190 mil pessoas de mais de 40 diferentes nacionalidades.
  • O custo de vida se tornou mais barato após a crise, especialmente os aluguéis.
  • Diferente do que acontece em outros países, como Estados Unidos e o Reino Unido, A Irlanda permite que estudantes trabalhem legalmente enquanto estudam e o processo é bem menos burocrático.
  • Os cursos de inglês na ilha esmeralda são bem mais baratos em que outros destinos.
  • Irlanda é quase definição de cultura. É o berço de alguns dos maiores autores da literatura mundial, como Oscar Wilde e James Joyce. Além dos vencedores do prêmio Nobel de Literatura, o Samuel Beckett, Bernard Shaw, Wiliam Butler Yeats e Seamus Heaney. Dublin é intitulada a Cidade da Literatura pela Unesco.
  • A população irlandês é jovem, alegre e dinâmica. Pesquisas apontam que o irlandês é um dos povos mais simpáticos e hospitaleiros do mundo.
  • 40% dos habitantes da Irlanda tem menos de 25 anos.
  • A Irlanda é um dos países mais seguros do mundo para se morar, sendo listada como o 13º país no Índice da Paz Global de 2014. Na Irlanda nem a policia anda armada. Casos de homicídios são raros. em 2014, foram registrados 80 homicídios, entre eles: assassinatos, homicídios sem intenção de matar e condução perigosa com morte de terceiros. mas como em qualquer lugar do mundo, você deve ficar atento, pois pequenos furtos acontecem.
Mapa mundial do Índice Global da Paz de 2014. Dado que os países mais verdes são classificados como os mais pacíficos e os países que aparecem mais vermelhos são classificados como os menos pacíficos.
  •  A economia irlandesa conta com empresas multinacionais conhecidas em todo o mundo como Paypal, Google, Microsoft, Linkedln, Intel, Wyeth, entre outras.
  • A Irlanda oferece aos alunos internacionais a oportunidade de trabalhar 20 horas por semana durante o período letivo (6 meses) e 40 horas semanais fora dele (2 meses - conforme nova legislação que ainda não entrou em vigor - Leia mais aqui e aqui).
  • A Irlanda é sede de uma das companhias aéreas de baixo custo, a Ryanair e por ser próxima do Reino Unido e da Europa continental pode-se fazer grandes viagens por preços acessíveis.
  • O povo irlandês gosta de conversar e ajudar. se você estiver perdido, com um mapa da mão, com certeza alguém vai parar para te dar informação, você nem precisa pedir.
  • O transporte público funciona, seja ônibus, o Dart ou o Luas. Não há engarrafamentos. 
  • E por fim, mas o não menos importante, o ar que se respira aqui é mas limpo. Existem paisagens maravilhosas, ótimas para passeios ou praticar atividades ao ar livre. O que justifica a melhor qualidade de vida que eu sempre falo.....
Estes são apenas alguns dos pontos do porque fazer seu intercâmbio na Irlanda. E aí, gostou?

08 outubro 2015

Relato de um leitor: Raquel Neutzling



Hoje na série Relato de um leitor, temos a minha queridíssima conterrânea gaúcha Raquel Neutzling, de 23 anos, natural de Pelotas formada em arquitetura e urbanismo, que mora em Dublin há 8 meses.
 1. Porque você decidiu fazer intercâmbio? 
Comecei a pensar na ideia de fazer intercâmbio ano passado depois que apresentei meu trabalho final de graduação na faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Eu lembro que quando vi o meu nome entre as listas dos aprovados eu me "desesperei", olhei para minha mãe e falei: "E agora, eu faço o que da minha vida?", estava completamente ''perdida'', não tinha certeza se tinha escolhido a profissão certa e também sabia que se eu não me jogasse em uma experiência diferente naquela hora, depois de começar a trabalhar ia ser muito mais difícil largar tudo e partir para o ''desconhecido''. Então fiquei pensando ''o que faço?" e eis que me veio a ideia de fazer um intercâmbio. A princípio pensei: "Beleza, vou passar um ano fora, vou viajar, conhecer novas pessoas, pensar o que realmente quero para minha vida e volto", não imaginava o que viria...
2. Porque escolheu a Irlanda -  Dublin?

Então, procurei uma agencia de intercâmbio na minha cidade (Pelotas/RS) e fui estudar as possibilidades. A princípio era Austrália ou Dublin. Foi um tiro no escuro, como conhecia algumas pessoas que já tinham vindo para Dublin e gostaram, pensei ''Por que não?" e escolhi Dublin. Não teve nenhum motivo especial...

3. Quais eram seus objetivos com o intercâmbio? 

Como disse, meu objetivo inicial era tirar um ano pra pensar no que queria pra minha vida, na verdade hoje vejo que minha decisão foi uma válvula de escape mesmo, pois ficando na minha cidade, eu não iria parar de trabalhar (já trabalhava em escritório) para pensar no que fazer... E também sabia que iria contribuir muito para meu crescimento pessoal, visto que eu nunca tinha saído de casa, morava com minha mãe, tinha uma vidinha muito fácil, sem muitas responsabilidades... Estava afim de "ver o mundo real'' mesmo. Lembro até hoje do meu pai falando para mim "Eu só to te mandando pra Dublin pra tu virar mulher" kkkkkk (na época fiquei p*ta com ele, mas hoje reconheço que ele tem razão, aliás ele vai ler isso e ficar se achando... Tá, pai, tu tinha razão, viu?!) Ah... não posso me esquecer: Melhorar meu inglês... hahahaha

4. Em qual escola você estuda/estudou? Qual sua opinião sobre ela? 

Estudei na Malvern House. O ensino é bom, na verdade nunca procurei saber mesmo como é o ensino em outras escolas para comparar, então não posso dizer se é melhor ou pior que outras escolas. Porém, eu ouvia bastante reclamações de estudantes de outras escolas quanto ao atendimento ao aluno, a demora para tudo, muita burocracia para tudo... eu não tive este problema, sempre que precisei de algo da escola foi facilmente resolvido e logo eles me davam retorno.

5. Como foi sua adaptação? 

É interessante saber sobre a adaptação de cada um, porque é sempre muuuuito diferente. Tem gente que chega e se ''decepciona'', logo bate a depressão e depois fica bem... Gente que fica mal no final do intercambio quando a saudade ta apertando... E muitas pessoas como eu, que vivem numa montanha russa de altos e baixos kkkkkk Pois então, logo que cheguei, como foi bem de repente minha decisão, eu não esperava nada, então tudo que veio é lucro, estava curtindo bastante. Daí no terceiro mês pensei "Ok, vou fazer um currículo e arrumar emprego", como se fosse fácil assim... Estava acostumada a conseguir tudo muito fácil no Brasil, quando percebi que aqui seria diferente tive aquele ''choque de realidade'', do tipo ''Bem-vindo ao mundo real'' e foi aí que a deprê começou a bater... Sentia muita saudade de casa, tinha na cabeça de que ''nada dá certo para mim''... Lembro que em um mesmo dia cheguei a ligar 3x para minha mãe chorando, coitada... deixei ela louca! Foi quando eu senti a necessidade de me ''apegar'' a algo maior, e resolvi procurar um grupo Cristão que eu pudesse me juntar. Conheci o ''Selah'' aqui, uma igreja maravilhosa, composta em sua maioria por Brasileiros (apesar de o Pastor ser Irlandês hahaha), que me receberam muito bem e me ajudaram a restabelecer minha fé em mim mesma e principalmente em Deus! Parei de murmurar e passei a agradecer todos os dias pela oportunidade de estar aqui e foi aí que as coisas começaram a acontecer para mim...




St. Stephen's Green Park
6. Você trabalha/trabalhou? Como foi essa experiência? 

Hoje eu moro com uma família irlandesa e trabalho de AuPair, cuidando de três crianças MARAVILHOSAS! Quanto ao trabalho de AuPair aqui, eu já ouvi todo o tipo de experiência, das melhores as piores, mas eu posso tdizer que tive MUITA sorte pois minha família é simplesmente maravilhosa e minhas crianças são muito educadas, queridas, especiais, meus amores! Os pais são excelentes, me tratam como parte da família, são pais exemplares! Cuido de três crianças: Maeve (8 anos), Jane (6 anos) e Patrick (4 anos). Sou extremamente apegada a família e tenho certeza que dar tchau para eles em janeiro será tão difícil como foi dar tchau para minha família no Aeroporto de Porto Alegre.

7. Você atingiu seus objetivos? 

Eu acredito que sim! Minha ideia era pensar no que realmente queria para mim, posso dizer que pensei, decidi, e já estou correndo atrás dos meus objetivos mesmo estando aqui! Foi muito além do que eu esperava, eu cresci demais como pessoa... Para mim, foi o melhor autoconhecimento que já tive na vida, foi um ''intensivão" de vida em oito meses. Quando chegamos aqui não importa qual diploma que tu tem, quanto de dinheiro tu tem no Brasil, aqui tu é só ''mais um'', e isso é muito bom para o crescimento pessoal de cada um, pois te ensina a ser uma pessoa menos egoísta e mais humilde! Meu inglês também melhorou muito! Eu estudei há uns anos atrás no Brasil e sempre gostei da língua então já cheguei aqui em Dublin no nível Intermediário. Antes de ser Aupair e morar com a família, eu morava bem no centro de Dublin, com mais seis brasileiros, e estava estudando ainda... comecei no intermediário e terminei no avançado. É claro que as aulas ajudaram bastante, mas em casa eu falava português todo o tempo. Quando passei a morar com a família irlandesa foi aí que meu inglês fluiu de vez, pois falo a língua 24hrs por dia e os pais e as crianças me ajudam muito.

8. Há quanto tempo você está em Dublin? Pretende renovar o visto? 

Cheguei em Dublin no dia 23 de janeiro, há pouco mais de 8 meses, e retorno em janeiro. Não pretendo renovar pois acho que atingi meus objetivos aqui e como disse, já estou encaminhando minha vida no Brasil, por isso vou voltar!

9. Você faria tudo novamente? Se arrependeu de algo? Teria feito algo diferente? 

Faria... sem dúvidas! Cada choro, deprê, dia ruim... Tudo valeu a pena! Hoje estou super bem, com uma visão de vida muito diferente, uma visão de mim mesma muito diferente! Acho que não me arrependi de nada não, pois tudo que passei contribuiu para que eu estivesse aqui hoje! Se eu soubesse hoje, que tudo acabaria bem, talvez eu teria tido mais fé desde o começo e tivesse "murmurado'' menos, mas não é algo que eu me arrependa, afinal, foi por isso que eu conheci o Selah, onde eu conheci as pessoas mais maravilhosas, caridosas e especiais que eu poderia ter conhecido em Dublin! 

10. Um conselho para quem está planejando o intercâmbio. 

Primeiramente, se possível não criem muitas expectativas hahaha que assim a chance de ''quebrar a cara'' é menor! Venham com a cabeça muito aberta, preparados para todo o tipo de perrengue, mas sabendo que TUDO PASSA, e que tudo na vida tem um por que! É uma experiência ótima e libertadora, vocês conhecerão muita gente nova e legal, terão a oportunidade de viajar pela Europa (Ryanair é vida), conhecerão os famosos pubs da Irlanda, e acima de tudo conhecerão a si mesmos! E quando a deprê bater, sempre lembrem que NADA é por acaso, tenham fé SEMPRE e saibam enxergar os planos de Deus na vida de vocês... Ele sabe exatamente o que faz!




Phoenix Park


O blog Dublin: morando no exterior agradece a sua participação e deseja toda sorte do mundo para você. Obrigada Raquel!! 

As fotos foram disponibilizadas pela leitora.
Se você fez seu intercâmbio ou está fazendo e deseja compartilhar sua experiência conosco entre em contato através do nosso formulário. O blog Dublin: morando no exterior agradece!

07 outubro 2015

Amigo mochileiro (a), se inspire:

Mesmo depois de ter voltado da Irlanda, nunca perdi o costume de continuar lendo blogs e acompanhando as páginas e comunidades no facebook e então, um dia desses encontrei um texto que me deu um frio na barriga, que me fez relembrar dos meus medos e anseios antes de partir para essa aventura. Achei o texto muito legal e inspirador, então transcrevo-o abaixo para passar essa inspiração para quem ainda não foi, para aqueles que estão passando pelo intercâmbio e para aqueles que também são como eu, saudosistas....

Amigo mochileiro (a), se inspire: 

“Morar fora é se conhecer muito mais. É amadurecer e ver um mundo de possibilidades à sua frente. É perceber que é possível sim, fazer tudo aquilo que você sempre sonhou e que parecia tão surreal. É notar que o mundo está na sua cara e você pode conhecê-lo inteiro.
É ver seus objetivos mudarem. É mudar de ideia. É colocar em prática. É sentir sua mente se abrir muito mais, em todos os momentos. É se ver aberto para a vida. É não ter medo de arriscar. É aceitar desafios constantes.
É se sentir na Terra do Nunca e não querer voltar. É pensar em voltar e não conseguir se imaginar no mesmo lugar. Morar em outro país é se surpreender consigo mesmo. É se descobrir e notar que, na verdade, você não conhecia a fundo algo que sempre achou que conhecia muito bem: Você mesmo.”
(Autor desconhecido). 
Infelizmente na época não anotei em qual blog eu havia lido e já não me recordo mais, então se alguém souber a autoria ou blog que publicou ele por primeiro, deixe nos comentários!
Espero que vocês se inspirem....
Beijos a todos
Fran