13 março 2013

Improve your English...



Uma das maneiras mais fáceis e divertidas de se ampliar o vocabulário e entender melhor sobre a gramática em Inglês, é a leitura. Portanto, ai vai uma dica de livro interessante...

Watermelon da escritora irlandesa Marian Keyes

O livro conta o drama da garçonete Claire, abandonada pelo marido após dar à luz uma menina, logo depois que ele confessa ter um caso com uma vizinha também casada. Com a auto-estima em baixa, 29 anos e a forma física aparentando a de uma melancia, Claire resolve voltar para a casa da família: o pai à beira de um ataque de nervos, a mãe com fobia de cozinha e viciada em telenovelas e duas irmãs. Uma, destruidora de corações; outra, fanática pelo ocultismo.
Em meio a muitas lágrimas, depressão e bebedeiras, Claire refaz a vida e se interessa por Adam - boa pinta, inteligente e, claro, supersensível. O problema é que ela acha que Helen - a irmã demolidora de corações - está apaixonada, pela primeira vez, pelo tal galã e não quer magoá-la. Para complicar a situação, James, o marido, volta, acusando a mulher de tê-lo induzido a procurar uma amante.

05 outubro 2012

Vale a pena ler: Fazendo as malas



Sair do País para estudar ou trabalhar pode não ser uma decisão fácil, mas reserva inúmeras histórias de sucesso de alguns daqueles que tentaram. São histórias como as contadas no livro Fazendo as Malas, lançado em agosto, na Saraiva Megastore do Shopping Ibirapuera. Organizado por Maurício Moura, economista e professor da George Washington University, e Sidney Nakahodo, engenheiro e especialista em economia e política internacional, o livro reúne 18 autores ao todo, entre eles o professor da Universidade Stanford Paulo Blikstein, contando suas experiências de vida no exterior. Segundo eles, a ideia de ir embora do Brasil foi um passo importante e que trouxe grandes oportunidades pessoais com o decorrer do tempo.
"Estudar e viver fora implica em uma série da sacrifícios, mas no longo prazo os benefícios superam qualquer dificuldade", diz Nakahodo. Para ele, quando nos distanciamos do País, temos a oportunidade de vê-lo com outros olhos, reconhecendo o lado bom e os desafios impostos. " Não conheço ninguém que se arrependeu de ter passado um tempo fora, mesmo que isso implique numa demora em entrar no mercado de trabalho ou que a pessoa encontre oportunidades muito tentadoras aqui."
As questões financeiras, segundo Nakahodo, não deveriam ser um empecilho para que se deixe de buscar oportunidades no exterior. No caso de Carla Ricchetti, uma das autoras do livro, a vontade de ir atrás dos sonhos foi essencial. Carla é advogada e mestre em Relações Internacionais pela Universidade de Columbia. Além dos Estados Unidos, ela já morou na Europa, Austrália e viajou por toda a Ásia e parte da África. A iniciativa de viajar o mundo, segundo ela, veio da vontade de trabalhar fora e poder comparar países, trazendo a experiência para usar no Brasil. "Hoje olhando para trás, eu lembro quantas batalhas e lutas eu tive que enfrentar. Nada é fácil. É preciso acreditar nos sonhos", diz.
Para Maurício Moura, a vontade era simplesmente de experimentar coisas novas e conhecer diferentes culturas. Para ele, a pessoa deve ir pelos motivos certos e, por isso, depende de um desejo pessoal. "Se sentir que é algo que se quer experimentar e se tiver a oportunidade, vale muito a pena ir."
Quando o assunto é jornalismo, o correspondente do Estado em Nova York, Gustavo Chacra, também autor do Fazendo as Malas, dá alguma dicas. De acordo com ele, o ideal seria a pessoa passar pelo menos um ano fora em algum lugar do mundo que goste, não necessariamente nos EUA ou na Europa . Uma boa opção seria Buenos Aires, onde ele também já foi correspondente, que tem um custo bastante inferior comparado ao países desenvolvidos e possibilita o aprendizado da língua espanhola. Outra opção seria o mundo árabe. "Eu acho que todo jovem que tiver condições deve morar fora, mesmo que não queira ser repórter internacional."
Por outro lado, a viagem para o exterior reserva algumas armadilhas e desafios quando a pessoa volta ao Brasil. O engenheiro Samuel Vissoto, especializado em mercados de produtos e serviços de alta tecnologia, alerta que não se deve retornar com postura arrogante. "Quando você volta do primeiro mundo, acha que sabe tudo e bate a cabeça, porque o Brasil tem falhas de estrutura e é necessário fazer adaptações. É preciso ser criativo."
Outros autores do livro são Marcos Ribeiro,  Carla Kamitsuji , Daniel Prevedello, Danyela Egorov, Grace Figueroa, Humberto Laudares, Julia Bacha e Katiushia Sales, Paulo da Silva, Renato Mazzola e Roselene Chaves.

Reportagem retirada do site estadão.com.br .

12 agosto 2012

How do you say in English?

O livro How do you say in English? apresenta expressões coloquiais e perguntas inusitadas para quem estuda ou ensina inglês, escrito po José Roberto A. Igreja, publicado pela Disal Editora. É um livro indispensável a todos que estudam, ensinam ou que desejam falar inglês de uma forma mais próxima dos falantes nativos. prático, atual e inusitado, baseado em variadas situações de conversação cotidiana, e inclui Expressões Coloquiais populares no Brasil e seus equivalentes nos E.U.A., Vocabulário Coloquial, Ditados e Provérbios, como: como dar uma mancada; pagar uma nota; fazer vista-grossa; ficar em cima do muro; dar carta branca a alguém; pular a cerca e ir por água abaixo.

Realmente vale a pena!!


25 maio 2012

Vale a pena ler...

Visitar o máximo de cidades e atrações em poucos dias é o roteiro de muitos turistas brasileiros que viajam pela Europa. O guia "Dublin - O Guia da Viagem Perfeita", da série "Rough Guides Directions" foi feito para quem tem muito ou pouco tempo para conhecer a cidade, o guia apresenta as catedrais, as igrejas, os castelos, as praças, os pubs e todas as principais atrações de Dublin em 232 páginas ilustradas com fotos coloridas. Tem mapas que ajudam a localizar-se na cidade e textos sintéticos que explicam cada atração e despertam o interesse do turista para conhecê-las. 

As atrações selecionadas pelo guia são aquelas que não devem deixar de ser visitadas, mesmo por aqueles que tem poucos dias para conhecer a capital irlandesa. Algumas delas:


Kilmainham Gaol 
O famoso Gaol é onde costumavam ficar presos os revolucionários da Irlanda e onde vários foram executados. As visitas evocam as árduas condições penitenciárias do século 19. 

National Museum 
Abriga inúmeras peças pré-históricas de ouro e tesouros cristãos ricamente trabalhados, é de ficar de queixo caído. 

Chester Beatty Library 
Mostra de fama mundial de peças de arte, manuscritos e gravuras da Europa, Oriente Médio e Extremo Oriente.

Postado por: Franciele Susin Baldissera
Foto: Google

17 abril 2012

Vale a pena ler...

É difícil planejar tudo o que você vai encontrar durante uma viagem de intercâmbio, mas um bom livro com relatos de quem já foi pode ajudar. É o que propõe o volume “Intercâmbio Aí Vou Eu!”, de Flavia Mariano:
“Intercâmbio: Aí Vou Eu! é um livro que pode ajudar na realização desse sonho. Com depoimentos, dicas e histórias reais, traz informações preciosas que só quem já participou de vários intercâmbios e continua viajando pelo mundo pode dar”.
O livro promete ser um guia completo para quem quer fazer intercâmbio em qualquer idade. Desde quem deseja apenas conhecer novas culturas, lugares e pessoas, seja para aprender idiomas ou se aprofundar na sua profissão. Uma sugestão de livro para quem está planejando viver este sonho de muitos: morar por um tempo em outro país.

Postado por: Franciele Susin Baldissera
Foto: Google imagens